Englobando cerca de 700 espécies as gmnospermas, são plantas vasculares com raiz caule e folhas. Além desses órgãos aparece uma novidade:ramos do caule com folhas especializadas na produção de esporos que germinam na própria planta, originando gametófitos. Devido à presença desses órgãos reprodutores, bem diferenciados e visíveis, as gmnospermas, juntamente com as angiospermas, formam o grupo das plantas fanerógamas (fanero = visível; gamos = casamento).
As novidades evolucionárias incluem a presença de ramos no caule com folhas especializadas na produção de esporos, que germinam na própria planta e originam gametófitos, assim como a inquisição de sementes. Entretanto, outras diferenças básicas incluem a germinação dos megásporos no interior de megasporângios, que passam a denominar-se óvulos nas espermatófitas: a fecundação independente de água do ambiente externo e o fato de que em cada megasporângio, dos quatro megásporos formado por meiose, três degeneram e um se desenvolve, ocupando o interior do óvulo.
As gimnospermas (do grego gyminus, nu; sperma,
semente) são espermatófitas, ou seja, plantas cujas sementes não ficam
protegidas no interior do fruto.
São fanerógamas (do grego phanero, visível), ou seja, são plantas que possuem estruturas
produtoras de gametas bem visíveis, evidentes e denominam-se estróbilos. Estes representam sexos
separados e denominam-se microstróbilos (masculinos) e megastróbilos (femininos),
esses estróbilos ocorrem em uma mesma planta (organismo monoico) ou em plantas
diferentes (organismo dioico).
O maior grupo das gimnospermas é o das coníferas,
representadas por pinheiros, araucárias, ciprestes, sequoias e cedros-do-líbano.
A ocorrência do grupo refere-se à ocorrência de estróbilos ou cones.
Referências
OLIVEIRA, Edson Luis de. Biologia: 2ª série. Fortaleza: Sistema Ari de Sá de ensino, 2012.

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